domingo, 31 de outubro de 2010

Termina hoje a mais longa campanha eleitoral: 8 anos de palanque eleitoreiro



author: Gusta


Encerra-se hoje a mais longa campanha eleitoral de que se tem notícia no País, e certamente em todo o mundo: oito anos de palanque na obstinada perseguição de um projeto de poder populista assentado sobre o carisma e a popularidade de um presidente que, se por um lado tem um saldo positivo de realizações econômico-sociais a apresentar, por outro lado, desprovido de valores democráticos sólidos, coloca em risco a sustentabilidade de suas próprias realizações na medida em que deliberadamente promove a erosão dos fundamentos institucionais republicanos. Essa é a questão vital sobre a qual deve refletir o eleitor brasileiro, hoje, ao eleger o próximo presidente da República: até onde o lulismo pode levar o Brasil?

Quanto tempo esse sentimento generalizado de que hoje se vive materialmente melhor do que antes resistirá às inevitáveis consequências da voracidade com que o aparelho estatal tem sido privatizado em benefício de interesses sindical-partidários? Tudo o que ambicionamos é o pão dos programas assistenciais e do crédito popular farto e o circo das Copas do Mundo e Olimpíada?

Lamentavelmente, as questões essenciais do País não foram contempladas em profundidade pelo pífio debate político daquela que foi certamente a mais pobre campanha eleitoral, em termos de conteúdo, de que se tem notícia no Brasil. Mais uma conquista para a galeria dos "nunca antes neste país" do presidente Lula, que nessa matéria fez de tudo. Deu a largada oficial para a corrida sucessória, mais de dois anos atrás, ao arrogar-se o direito de escolher sozinho a candidata de seu partido. Deu o tom da campanha, com a imposição da agenda - a comparação entre "nós e eles", entre o "hoje e ontem", entre o "bem e o mal" - e com o mau exemplo de seu destempero verbal.

Uma das consequências mais nefastas dessa despolitização que a era lulo-petista tem imposto ao País como condição para sua perpetuação no poder é o desinteresse - resultante talvez do desencanto -, ou pelo menos a indulgência, com que muitos brasileiros tendem a considerar a realidade política que vivemos.

A aqueles que acreditam que podem se refugiar na "neutralidade", o antropólogo Roberto DaMatta se dirigiu em sua coluna dessa semana no Caderno 2: "Você fica neutro quando um presidente da República e um partido que se recusaram a assinar a Constituição e foram contra o Plano Real usam de todos os recursos do Estado que não lhes pertencem para ganhar o jogo? (...) Será que você não enxerga que o exemplo da neutralidade é fatal quando há uma óbvia ressurgência do velho autoritarismo personalista por meio do lulismo, que diz ser a ‘opinião pública’? O que você esperava de uma disputa eleitoral no contexto do governo de um partido dito ideológico, mas marcado por escândalos, aloprados e nepotismo?

Você deixaria de tomar partido, mesmo quando o magistrado supremo do Estado vira um mero cabo eleitoral de uma candidata por ele inventada? É válido ser neutro quando o presidente vira dono de uma facção, como disse com precisão habitual FHC? Se o time do governo deve sempre vencer porque tem certeza absoluta de que faz o melhor, pra que eleição?"

Quatro anos atrás, nesta mesma página editorial, dizíamos que "as eleições de hoje são o ponto culminante da mais longa campanha eleitoral de que se tem notícia no Brasil. Desde 1.º de janeiro de 2003, quando assumiu a Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva não deixou, um dia sequer, de se dedicar à campanha para a reeleição. Tudo o que fez, durante seu governo (...) teve por objetivo esticar o mandato por mais quatro anos". Erramos.

O horizonte descortinado por Lula era, já então, muito mais amplo. Sua ambição está custando à Nação um preço caríssimo que só poderá ser materialmente aferido mais para a frente. Mas que já se contabiliza em termos éticos, toda vez que o primeiro mandatário do País desmoraliza sua própria investidura e não se dá ao respeito. Mais uma vez, essa semana, no Rio de Janeiro, respondeu com desfaçatez a uma pergunta sobre o uso eleitoral de inaugurações: "Não posso deixar de governar o Brasil por conta das eleições." Ele que, em oito anos no poder, só pensou em eleições!

Fonte: Alerta Brasil-Estadão

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Acordo firmado entre Petrobrás e White Martins é extremamente lesivo ao país.


Denunciado como crime de lesa-pátria, o Consórcio Gemini, composto por 60% de ações da White Martins e 40% da Gaspetro (subsidiária da Petrobrás), para a produção e distribuição de Gás Natural Liquefeito, continua funcionando normalmente. Autor da denúncia contra o acordo, o professor universitário e engenheiro João Vinhosa falou ao programa Rádio Surgente da Web Rádio Petroleira, no último dia 19/5, para esclarecer que tipo de prejuízos o país têm e poderá vir a ter em função da parceria.

Vinhosa, que acompanha o Gemini desde as primeiras negociações entre Petrobrás e White Martins, em 2004, alerta o quão lesiva aos interesses do Brasil é essa sociedade, que busca levar o gás natural às regiões não atendidas pelo sistema de distribuição canalizado.

A parceria foi firmada para os processos de liquefação e transporte do gás natural liquefeito, já que, para ser transportado em grandes quantidades sem gasoduto, o gás natural precisa ser transformado para o estado líquido e transportado, a baixíssimas temperaturas, por carretas em tanques que funcionam como “garrafas térmicas”. A alegação da Petrobrás para fechar o acordo foi a de não ter o conhecimento necessário sobre os processos de liquefação e transporte de gás liquefeito.

O grande questionamento ao Gemini é o fato de o consórcio se obrigar a contratar a sócia majoritária White Martins para a execução dos serviços de liquefação, armazenamento e transporte do gás natural, quando existem outras empresas no país que realizam tais serviços. O “Acordo de Cotistas” do Gemini, portanto, garante lucros exorbitantes à transnacional acionista majoritária da sociedade, a White Martins, que pertence integralmente à empresa estadunidense Praxair Inc.

“O prejuízo que essa sociedade causou ao país é muito grande, e pode ser ainda maior. O Gemini contratou a White Martins para transporte do gás natural em todo o país, imaginem o dinheiro que está envolvido nisso. A White Martins pode cobrar o que quiser. E quem está fiscalizando isso? Há funcionários da Petrobrás para defender nossos interesses, procurando saber se é regular ou não o que está sendo cobrado do Gemini?

Se a White Martins transportadora faz o serviço e cobra da Gemini, 40% da despesa é da Petrobrás e 60% da própria White Martins. O que acontece é que a White Martins tira de um bolso e põe no outro, e os 40% da Petrobrás vão, também, para o bolso da White Martins. A Petrobrás paga 40% do valor do transporte a preço sigiloso, sem concorrência e sem que o preço seja declarado sequer para o Tribunal Contas da União”, explicou Vinhosa.

O professor e engenheiro, que por seis anos compôs o Conselho Nacional do Petróleo, alertou ainda para o fato de que os impactos negativos da parceria serão mais sentidos se o Brasil encontrar poços de gás e decidir entrar no mercado internacional.

A recente descoberta do Campo de Júpiter, com previsão de capacidade de produção de gás muito grande, é apenas um exemplo do que pode vir a acontecer: “As conseqüências, que hoje já são grandes, serão ainda maiores se descobrirmos gás para explorar. Investir em um poço como esse, o Campo de Júpiter, de águas profundas, de cara exploração e produção, só será viável se o Brasil entrar no mercado internacional, já que nós não temos essa capacidade de consumo.

Outro ponto destacado no programa, relacionado à garantia da soberania nacional do Brasil, foi a importância do desenvolvimento de tecnologia pela Petrobrás, para que não se criem laços de dependência eterna com as multinacionais. Nesse sentido, o Cenpes (Centro de Pesquisas da Petrobrás) poderia cumprir papel fundamental, utilizando-se de seus recursos humanos e materiais para a produção de tecnologia própria para a liquefação e transporte do gás natural. “Imaginem se em 1954, 1955, a Petrobrás falasse que não sabia refinar petróleo e que, por isso, ia fazer sociedade com a Shell e deixar todo o refino com ela, para vender o petróleo já refinado aos brasileiros. Até hoje estaríamos nas mãos da Shell, que argumentaria que a tecnologia de refino é dela.

Outro exemplo é o a distribuição: a Petrobrás não sabia transportar e hoje transporta por navios, com a BR Distribuidora. A liquefação do gás poderia seguir o mesmo caminho”, finalizou João Vinhosa, desejando que o assunto venha à tona e ganhe cada vez mais repercussão e visibilidade, para que seja definitivamente esclarecido.

Publicado originalmente: Jornal Surgente/Sindipetro-RJ. Arte: Mega.


Fonte: AEPET associação dos engenheiros da Petrobras 28/05/08

O Alerta Total alertou: Dilma escorregou no Escândalo Gemini


Por Jorge Serrão

Em artigo publicado em 13 de outubro de 2010, o Alerta Total foi categórico: ao acusar o tucano José Serra de ser favorável à privatização de setores da Petrobras, Dilma corria o forte risco de escorregar. Ela poderia ser instada a explicar o que a levou, como Ministra de Minas e Energia e Presidente do Conselho de Administração da Petrobras, a avalizar a constituição da Gemini – sociedade por meio da qual o governo Lula transformou uma empresa pertencente a um grupo norte-americano na maior beneficiária de nosso gás natural liquefeito (GNL).

continue a ler aqui

Fonte: Alerta Total 27/10/10

Jornalistas querem uma boquinha na Ulan



Não fiquem pensando que o Ricardo Noblat, o Paulo Henrique Amorim, o Luiz Nassif, o Luiz Carlos Azenha, o Fernando Rodrigues, o Kennedy Alencar e outros espécimes que hoje causam espécie na imprensa chapa branca ou na esgotosfera, são contra a criação da Ulan, União Latino-Americana de Agências de Notícias. Esta turma quer uma "boquinha" em Brasília ou até mesmo em Nova Iorque. Claro, ninguém vai querer Caracas ou La Paz, muito menos Assunción. Clique na matéria e amplie para ler o artigo do Estadão.

Fonte: Coturno Noturno

PT desviou 170 milhões da Bancoop. Tesoureiro vira réu e os outros?


O Vaccari é o do meio. O da ponta esquerda, Berzoini, criou a Bancoop ,virou presidente do PT e chefe dos mensaleiros. O da direita usou dinheiro da Bancoop nas suas campanhas e virou presidente da República.



A juíza Patrícia Inigo Funes e Silva, da 5ª Vara Criminal de São Paulo, aceitou a denúncia contra o tesoureiro do PT João Vaccari Neto e outras cinco pessoas envolvidas no caso de desvio de dinheiro da Bancoop, que lesou cerca de 3.000 pessoas.

Com a decisão, Vaccari e os demais citados tornam-se réus em processo criminal por estelionato e tentativa de estelionato, formação de quadrilha ou bando e falsidade ideológica. Vaccari e Tomás Edson Botelho Fraga, ex-dirigentes da Bancoop, e Ana Maria Ernica, atual diretora, também respondem por lavagem de dinheiro.

A juíza ainda determinou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Vaccari e de Ana Maria. Na decisão, a magistrada afirmou que há "relevante suspeita do envolvimento dos referidos acusados na prática dos crimes descritos na denúncia". E ressaltou que "o sigilo não pode servir de escudo protetivo para o exercício e proveito de atividades ilícitas".

Fonte: Coturno Noturno

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Goiás: instituto de pesquisa era usado como fachada para comprar votos


A Polícia Federal prendeu em Anápolis (GO) dezoito pessoas envolvidas em um crime eleitoral inédito: eleitores eram atraídos por um instituto de pesquisa, o Versus, para uma espécie de "pesquisa qualitativa" e depois eram abordados com envelopes contendo dinheiro para que mudassem seus votos.

Essa abordagem era realizada sempre que o eleitor, durante a reunião da pesquisa qualitativa, manifestasse intenção de votar no candidato do PSDB ao governo de Goiás, Marconi Perillo. O instituto Versus estaria a serviço da candidatura de Iris Rezende (PMDB) ao governo goiano.

Os presos estão sendo interrogados na sede da PF em Anápolis. Pesquisas qualitativas são realizadas em recintos fechados, geralmente salas de reunião, com eleitores que representam os mais diversos extratos sociais.

Alguns pesquisadores participam da reunião como moderadores e/ou observam a discussão sem ser percebidos, por meio de vidros espelhados. No caso de pesquisa qualitativa eleitoral, os participantes são estimulados a revelar sua intenção de votos e a manifestar sua opinião sobre candidatos e temos propostos.

Fonte: Claudio Humberto

Muito além da “bolinha de papel”



Por Marcos Gutemberg

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, foi alvo de uma ação agressiva de militantes do PT durante caminhada no Rio. Chegou a ser atacado – houve tumulto, e objetos foram atirados contra o tucano. Um deles – um rolo de adesivos, segundo uma testemunha – atingiu o candidato na cabeça, e ele foi levado a um hospital. Imagens de TV mostram que, bem antes disso, uma bolinha de papel também foi atirada contra Serra.

Essas imagens estão sendo usadas pelo presidente Lula para desqualificar a reação do tucano à agressão que sofreu, reduzindo o caso todo a uma mera “bolinha de papel”, como se não fosse nada demais um candidato à Presidência ter sido violentamente acuado por militantes de um partido adversário.

A história da tal “bolinha de papel” tem o exclusivo objetivo de desviar a atenção do fato de que os militantes petistas se comportaram de modo criminoso. É espantoso que o presidente da República, de quem se esperava uma atitude de tranqüilidade e eqüidistância num momento como esse, agarre-se a uma versão manca dos fatos para, em última análise, absolver os agressores e jogar a responsabilidade sobre a vítima, avalizando a violência.

Na internet, dirigentes petistas e simpatizantes do partido assumiram a versão da “bolinha de papel” como autêntica e estão fazendo dela piadas de todo o tipo, para desmoralizar a reação de Serra. Nada disso surpreende. A verdade não é o forte de quem se move exclusivamente por ideologia – afinal, se os fatos não coincidem com as certezas morais, danem-se os fatos.

Essa militância, portanto, não está interessada em “verdade”, mas em impor seus pontos de vista, contando com o expedito apoio de um chefe de Estado que age cada vez mais como líder partidário.
Sorte nossa que os brasileiros são mais bem-humorados do que essa turma faz crer

Fonte: Marcos Gutemberg
Charge: Rico

O sindicalista palanqueiro



Nunca na história do Brasil se viu um presidente tão discaradamente fazer uso da máquina pública para eleger um candidato. De estadista Lula não tem nada, é apenas um pelego oportunista sem noção do cargo que ocupa. Ele nunca deixou de ser apenas um sindicalista palanqueiro.

Charge: Sponholz

Lula deixa pronto projeto que regula mídia eletrônica


Por João Domingos - O Estado de S.Paulo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu tocar adiante o polêmico projeto que cria o marco regulatório da comunicação eletrônica. Mas não o enviará ao Congresso. A ideia é entregá-lo ao próximo presidente, que toma posse no dia 1.º de janeiro. Este decidirá o que fazer.


Paulo Pinto/AE-25/3/2010Liberdade. 'Jamais podia imaginar que esse tema voltaria à pauta no século 21', diz Cremilda
Desde agosto o ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, tem dedicado boa parte de seu tempo a esse assunto. No início do mês ele viajou à Europa, para estudar a legislação que regulamenta a radiodifusão e as telecomunicações.

De acordo com Martins, esse marco regulatório, quando criado, "vai garantir a concorrência, a competição, a inovação tecnológica, o atendimento aos direitos da sociedade à informação". Mas há uma grande desconfiança entre os profissionais de comunicação quanto a interesses já manifestados pelo governo de criar um controle social da mídia, o que significaria a censura à livre expressão.

Para o diretor-geral da Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abert), Luiz Roberto Antonik, o marco regulatório do Brasil, que é de 1962, precisa de ajustes, em função do surgimento de novas mídias digitais. Mas é preciso ter muito cuidado.

"O que a Abert não concorda é com algumas propostas que, por qualquer razão, querem alterar ou influir no conteúdo jornalístico", disse Antonik em entrevista ao Estado. "A Abert defende com muita veemência a liberdade de expressão, mas reconhece que ajustes precisam vir."

O diretor-geral da Abert citou dois exemplos: a TV foi digitalizada recentemente e é preciso disciplinar como se fará a descida do sinal digital do satélite para as milhões de antenas parabólicas que existem Brasil afora, porque há muitos locais em que o sinal digital não chega.

Outro ponto muito importante, segundo Antonik, é disciplinar as novas mídias que estão aparecendo, como a internet. "O artigo 222 da Constituição diz que para explorar uma empresa jornalística é preciso que os brasileiros tenham pelo menos 70% do capital. E o legislador, quando estabeleceu esse porcentual, fez isso pensando nos conteúdos. E é preciso manter o conteúdo nas mãos dos brasileiros. Mas há empresas com 100% de capital estrangeiro que fazem jornalismo na internet. É preciso regular isso. Essa é uma questão crucial", afirmou ele. "Isso é uma coisa. Outra é a defesa intransigente da independência do conteúdo pelos jornalistas."

Seminário. Nos próximos dias 9 e 10 o governo pretende fazer em Brasília um seminário internacional sobre o marco regulatório da radiodifusão, comunicação social e telecomunicações. Na viagem que fez à Europa, Franklin Martins convidou representantes de agências reguladoras do setor a vir ao Brasil participar do seminário. A Unesco e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) também foram convidadas.

De acordo com assessores, o presidente Lula não quer encerrar o segundo mandato sem marcar posição numa área que tanto criticou - e pela qual foi também criticado. No auge do escândalo envolvendo a ex-ministra Erenice Guerra (Casa Civil), investigada pela Polícia Federal por tráfico de influência na pasta que dirigia, Lula chegou a dizer que a liberdade de imprensa não pode ser usada "para inventar coisas o dia inteiro".


Fonte: Estadão 28/10/10

Falta civilidade e, sobretudo, exemplo dos adultos



Fonte: Bom Dia Brasil 27/10/10

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O PT quis "melar" a inauguração do Rodoanel


trecho sul do rodoanel

Entrevista da Folha

O analista ambiental do Ibama Antonio Paulo de Paiva Ganme disse à Folha que fiscais foram pressionados a tentar dificultar a inauguração de trecho do Rodoanel. Ele foi destituído em julho da chefia da Divisão de Proteção Ambiental após fiscalização no porto de Santos.

Folha - Houve orientação do Ibama para multar os responsáveis pelo Rodoanel? Antonio Paulo de Paiva

Ganme - Na antevéspera da inauguração do trecho sul do Rodoanel, o superintendente substituto veio falar que havia uma denúncia e que a gente tinha que ir imediatamente fazer a autuação.

Houve pressão?

A pressão para que a coisa fosse feita rapidamente foi mantida. Houve até assédio moral contra meu substituto.

Que tipo de assédio?

Do tipo "tem que ir, tem que ir logo, vamos, vamos". Uma pressão para que o pessoal saísse correndo.

Qual o objetivo?

Provavelmente era "melar" a inauguração. [...] Foi feita a vistoria, foram constatadas as irregularidades, eu determinei, como é óbvio, que se autuasse tanto a Dersa, que é a responsável pelo licenciamento, quanto as empreiteiras envolvidas.Sei que tinha a Mendes Júnior, essas grandes empreiteiras. Quando o superintendente [substituto] ficou sabendo disso, ele falou à equipe: "Não, não há necessidade de se autuar as empreiteiras". O pessoal falou: "Não, lógico que há, foi quem efetivou o crime ambiental". Veio uma contra-ordem: "Não, deixa pra lá".

Vocês suspeitaram de uso político do Ibama?

É, pela maneira como veio essa pressão, como se fosse uma emergência ambiental. Emergência seria durante a construção. Depois de pronto, não é mais.A maneira como houve esse assédio moral, para que fossem correndo e a maneira como depois, "ah, não é mais para autuar as empreiteiras", ficou claríssimo que mais uma vez estava uso político.

Fonte: Folha de São Paulo

Lula usará em factoide 4 navios e 6 helicópteros


Por Claudio Humberto

Serão mobilizados quatro navios e seis helicópteros da Marinha no factóide do presidente Lula nesta quinta (28), na visita ao “campo petrolífero” de Tupi, para discursos em defesa do pré-sal e para insinuar que o candidato do PSDB, José Serra, ameaça “privatizar a Petrobras”.

Por razões de segurança, como o campo de Tupi fica em alto mar, a 155 milhas da costa, haverá um navio a cada 50 milhas, e cada um deles terá um helicóptero, para eventual emergência

Um dos navios mobilizados no factóide de Lula servirá de heliporto alternativo e também como base de reabastecimento de helicópteros.

Um helicóptero será usado apenas para transportar 14 jornalistas. Afinal, o factóide será produzido para que eles o documentem.

A comitiva de Lula, incluindo seguranças, seguirá em outro helicóptero. Há tensão no comando da Marinha: oficiais temem que algo dê errado.

Conta secreta:
O governo não divulgou o custo da mobilização de quatro navios e seis helicópteros, incluindo combustíveis e diárias, no factoide em alto mar.

Mas oficiais superiores da Marinha calculam gastos de R$ 2,2 milhões (exatos R$ 2.291.360,00) só em combustíveis. Serão usadas uma fragata da classe Bosisio, outra da classe Independência, cada uma com helicópteros Super-Linx, ao custo de US$ 9.000 por hora/vôo.

Toda a operação da Marinha, de apoio ao factóide de Lula, nesta quinta, mobilizará setecentos homens durante pelo menos 24 horas

Fonte: Claudio Humberto 26 e 27/10/10

'Financial Times’: ‘Serra é a melhor escolha para presidente’


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Por Sílvio Guedes Crespo

O jornal britânico “Financial Times” mais uma vez se posicionou a favor do candidato à Presidência do Brasil José Serra (PSDB), agora em sua principal coluna editorial, que corresponde à posição oficial da publicação.

No dia 20 de outubro, o mesmo diário defendeu o candidato tucano na Lex Column, uma das colunas mais antigas do periódico, que não é assinada e expõe a opinião da publicação especificamente em relação a assuntos do mercado financeiro.

Se a Lex Column deu um apoio indireto a Serra – dizendo apenas que a austeridade fiscal seria a melhor saída para o problema do câmbio no Brasil, e acrescentando que o tucano é o candidato que mais defende essa proposta – agora o “Financial Times” foi o mais direto possível. “José Serra é a melhor escolha para presidente, por pouco”, afirmou o jornal, logo abaixo do título, na edição impressa. Na versão online, não há subtítulo e, portanto, essa sentença não aparece.

O editorial do “Financial Times” vem seis dias depois de a revista também britânica “The Economist” escrever, na edição que ainda está nas bancas do Reino Unido, que o Brasil “vai ser beneficiado” se o PT, após oito anos na Presidência, sair do comando do Poder Executivo.

Ontem (terça-feira, 26), o “Wall Street Journal” publicou uma reportagem em que também se mostrava claramente favorável à vitória de Serra, porém trazia fortes críticas à forma como o candidato vem fazendo campanha.

Resumidamente, o “Journal” disse que o tucano é um “centrista respeitável”, citou os principais momentos da carreira política dele e ainda exibiu, no site, um álbum de fotos do candidato, com imagens desde a sua infância, cedidas pelos organizadores da campanha – e não publicou material similar a respeito de Dilma Rousseff (PT). A crítica do “Journal” é de que Serra não foi capaz de mostrar aos eleitores suas diferenças em relação à petista. O diário chegou a dizer que o tucano usou clichês demais, como o de dizer que vai melhorar o País, e não se ateve a temas específicos.

Fonte: Estadao 27/10/10

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Uma questão de Mecânica

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Justiça Macunaíma



Charge: nani

Objetos de Museus



Charge: Myrria

Os novos processos de Pimentel



Da Revista Isto É:

Principal coordenador da campanha da ministra Dilma Rousseff à Presidência da República, o ex-prefeito Fernando Pimentel está com a situação cada vez mais complicada. Nos próximos dois meses, Pimentel terá de enfrentar três ações judiciais envolvendo fatos suspeitos ocorridos nos oito anos à frente da Prefeitura de Belo Horizonte.

Um desses trata-se do recurso impetrado no Superior Tribunal de Justiça pelo advogado José Rubens Costa e pelo deputado José Miguel Martini (PVMG), pedindo a reabertura de uma ação em que o ex-prefeito de Belo Horizonte é acusado de participar de negociação que beneficiou a Construtora Andrade Gutierrez.

Pela denúncia, a empresa realizou serviços com superfaturamento de R$ 67 milhões nas administrações an teriores e Pimentel ajudou a fechar um acordo de confissão de dívida do município para pagar R$ 143 milhões à empresa. O acordo foi aprovado até pela Câmara de Vereadores, onde o grupo de Pimentel tinha maioria absoluta na época em que ele era o prefeito da capital mineira.

A ação foi arquivada pela Justiça de Minas, mas as partes recorreram ao STJ. “As denúncias são graves, foi um absurdo o que aconteceu. Nessa época, o Pimentel era o secretário da Fazenda e ajudou a fechar o acordo”, diz o deputado José Miguel, inconformado com a negociação que, para ele, lesou os cofres públicos. “O STJ pode a qualquer momento reabrir o caso.”

Segundo o Supremo Tribunal de Justiça, o caso está nas mãos do ministro Teori Albino Zavascki, que ainda não se posicionou sobre o recurso. ISTOÉ procurou Pimentel na quinta-feira 18, pela manhã, mas o ex-prefeito não quis falar sobre o assunto e nem sobre as outras ações contra ele.

Outro caso que deixa Pimentel em evidência no meio da campanha é a denúncia que será preparada pelo Ministério Público em Minas dentro de dois meses. Os recursos de contratos superfaturados na gestão Pimentel teriam sido enviados para a conta do publicitário Duda Mendonça nos Estados Unidos.

O MP Estadual vai denunciar superfaturamento, uso de notas fiscais falsas, contrabando, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. “A Promotoria vai concluir os trabalhos em 60 dias. Aí, segue a representação para a Justiça”, comentou com um amigo o promotor Leonardo Barbabela, que está à frente das investigações.

Os negócios de Pimentel são descritos em documentos anexados ao processo do Mensalão, que tramita no Supremo Tribunal Federal. O nome de Pimentel é citado nas “considerações finais” de uma denúncia contra o ex-diretor financeiro da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de BH Glauco Diniz e o contador Alexandre Vianna de Aguilar, que transferiram dinheiro das empresas GD e Gedex International para a conta da empresa Dusseldorf do publicitário Duda Mendonça no Exterior.

Duda fez a campanha de Pimentel para a prefeitura. No processo do Mensalão consta ainda depoimento de Aguilar, prestado na Polícia Federal. O contador diz não se lembrar das operações financeiras que fez nos EUA, mas a PF já tem documentos provando as transações.

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Para o Ministério Público Federal, o convênio da prefeitura com a CDL foi um “ardiloso estratagema” para desvio de dinheiro público com a finalidade de saldar as dívidas de campanha do PT no Exterior.

Nesse caso, o deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR), ex-relator de movimentações financeiras da CPI dos Correios, já começou a fazer um rastreamento nos bancos de dados da CPI para levantar novas ligações de Pimentel com os personagens do Mensalão.

Fruet recebeu esta semana do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), os nomes de todas as autoridades federais que pediram informações ao Senado após o término da CPI, para medidas judiciais.

A partir dessa lista, o deputado vai apurar novas ligações do ex-prefeito com o esquema, pois já descobriu telefonemas das empresas do publicitário Marcos Valério para o gabinete de Pimentel na prefeitura. “Vamos pedir informações ao Ministério Público Federal e direto da base de dados da CPI, para levantar todas as conexões do Pimentel com o Mensalão” diz Fruet.

Outro fantasma que voltará a atormentar Pimentel nos próximos dias é a ação no TJ mineiro na qual ele é réu por improbidade administrativa. Tudo começou em 2004, quando Andréa Neves, irmã do governador Aécio Neves, pediu ao então vereador Délio Malheiros (PV-MG) que vigiasse os gastos do prefeito Fernando Pimentel com propaganda.

Malheiros viu na placa de uma obra de casas populares o nome “Asa” e achou que fosse empresa de publicidade, mas descobriu que se tratava da abreviatura da Ação Social Arquidiocesana, uma ONG ligada à Igreja Católica que agora é acusada com Pimentel de ajudar a desviar dinheiro público.

Os contratos de Pimentel com a Asa, uma triangulação que envolve as construtoras HAP Engenharia e Andrade Gutierrez, resultou em superfaturamento de R$ 9,1 milhões para a prefeitura.

A HAP, que ajudou a tocar as obras superfaturadas, pertence a Roberto Giannetti Nelson de Senna, irmão de Adrienne Giannetti Nelson de Senna, esposa do ministro da Defesa, Nelson Jobim.

Amigo de Pimentel, Roberto Giannetti doou R$ 235 mil para a campanha do prefeito em 2004, após os “ajustes ilícitos” com o município para a construção de casas populares no Conjunto Jatobá, diz a denúncia.

Hoje deputado estadual pelo PV mineiro, Délio Malheiros fez representações no Ministério Público do Estado contra 147 convênios suspeitos de Pimentel, mas não sabe ao certo quantos estão sendo investigados. Portanto, o cerco na Justiça aumenta. Resta saber até quando Pimentel resistirá.

Fonte: Isto É

companheiros terrorista


Oscar e Vanda, ops, Pimentel e Dilma

Fernando Pimentel, derrotado em Minas Gerais para o Senado e intimo de Dilma Rousseff, tenta escapar do episódio da quebra de sigilo fiscal de tucanos. Só que muitos caminhos levam até ele.

Para quem tem memória curta: Pimentel era companheiro de Dilma, nos tempos das organizações Colina e VAR-Palmares. Considerado terrorista, seu principal codinome era Oscar (Dilma, vira e mexe, chama o velho amigo dessa forma), participou da organização de seqüestros e nos anos 70, armado, assaltou com outros um carro-forte do Banco do Brasil, que levava dinheiro da folha de pagamento dos funcionários da Ultragaz.

Fonte: Giba Um 25/10/10

sábado, 23 de outubro de 2010

Aliados de Lula em Goiás censuram jornalista Paulo Beringhs e tentam boicotar candidato do PSDB, Marconi Perilo.



A mando de Jorcelino Braga (Iris Rezende=Lula), a TBC, emissora do Estado de Goiás, decidiu censurar o Jornalista Paulo Beringhs, impedindo-o de levar o candidato do PSDB Marconi Perilo ao seu programa.

O candidato Iris Rezende recusou ir ao programa.

‘Se você levar o Marconi ao seu programa, seu programa não irá ao ar’, palavras da diretoria da Agecom (Agência Goiana de Comunicação), comandada pelo Alcides Rodrigues.

As besteiras que os Petralhas fazem



Dias deste no blog da dona Dilma, estava escrito "Zé Pedágio pensa que os nordestinos são "Bestas" como os paulistas"

Quando perceberam a besteira que eles fizeram tiraram do ar, mas tem sempre alguém de olhos abertos e salvou no computador a imagem que diz tudo.

As consequências da implantação do socialismo pretendida pelo Foro de São Paulo para o Brasil


Lula no encontro do Foro de São Paulo - veja o detalhe da América Latina no Mapa Mundi de cabeça para baixo

Por João Bosco Leal

O Foro de São Paulo, criado em 1990 na cidade de São Paulo pelo Partido dos Trabalhadores a partir de uma ideia ocorrida durante uma visita realizada por Fidel Castro a Lula em São Bernardo do Campo, contou, já em sua formalização, com a presença de 48 organizações, partidos e frentes de esquerda da América Latina e Caribe.

Dele participaram desde Fidel Castro, Hugo Chávez e Evo Morales aos nossos José Dirceu, Lula, José Genoíno e todo o resto dessa turma, literalmente falando. Em 1991, o Foro foi realizado na Cidade do México, com a participação de 68 organizações e partidos políticos de 22 países, ocasião em que foi consagrado o nome de “Foro de São Paulo”.

Depois disso, o Foro vem ocorrendo a cada um ou dois anos em diferentes cidades. Manágua em 1992, Havana em 1993, Montevidéu em 1995, San Salvador em 1996, Porto Alegre em 1997, México em 1998, Manágua em 2000, Havana em 2001, Antígua em 2002, Quito em 2003, São Paulo em 2005, San Salvador em 2007, Montevidéu em 2008, México em 2009 e Buenos Aires em 2010.

Esse Foro nada mais é que a tentativa de transformação de toda essa região em um domínio político de ideologia socialista marxista. No projeto inicial, essa implantação total ocorreria em cinquenta anos, mas da fundação do Foro até agora, só se passaram vinte anos e já conseguiram realizar praticamente todo esse plano, como pode ser facilmente notado pelos governos dos “companheiros”, que hoje dominam nossos países vizinhos.

Como o socialismo marxista ditatorial falhou em todo lugar onde foi implantado, já era de se esperar que também falhasse em nosso continente. Entretanto, não aceitando admitir o fracasso, o atual governo brasileiro passou a ser o “pai rico” dos vizinhos que estão falindo nesse regime.

Durante o encontro do Foro de São Paulo ocorrido em Montevidéu em 2008, o presidente paraguaio Fernando Lugo reivindicou a renegociação de valores do tratado de criação da Usina Hidrelétrica de Itaipú Binacional, de 1973. Foi o início das atitudes tomadas por Lula como “pai rico”. Somente nessa revisão assinada por Lula em julho de 2009, o Brasil passou de US$ 120 para US$ 360 milhões de dólares por ano o pagamento realizado ao Paraguai pela energia por nós consumida de Itaipu. Um aumento de US$ 20 milhões de dólares por mês de “doação”, realizada por quem possuía contrato assinado há mais de trinta anos, com essas condições predeterminadas, exatamente por haver o Brasil construído Itaipu sozinho, sem ajuda alguma do Paraguai.

As “doações” que o país tem feito continuaram por diversos lugares por onde passou o nosso presidente, além dos altíssimos financiamentos concedidos pelo governo brasileiro, principalmente através do BNDES, aos países governados pelos “companheiros”, como aqueles para a construção de aeroportos em Cuba, linha de transmissão de energia e estradas no Paraguai, a construção de seis usinas hidrelétricas no Peru, a construção de estradas e a “entrega” de patrimônio da Petrobrás na Bolívia, e tantos outros crimes que nem ficamos sabendo.

Digo crimes porque em nosso país faltam aeroportos, linhas de trasnsmissão, novas usinas hidrelétricas, novas estradas e reformas das já existentes, portos com capacidade de escoamento de nossa produção, além, é claro, de saúde, educação e habitação decentes para os brasileiros.

São milhões de brasileiros morando em barracos, muitas vezes soterrados nos temporais, retirando sua subsistência de lixões, morrendo nas portas dos hospitais, analfabetos e comprados pelos diversos projetos do tipo “bolsas e vales”.

Esse é o socialismo pelo qual muitos hoje no poder ou candidatos a ele pegaram em armas e mataram irmãos para sua implantação. É sobre isso que precisamos pensar nas próximas eleições.

Fonte: João Bosco Leal

Brazuela



Por Guto Cassiano

Luiz Inácio (Einundfünfzig) decidiu que o Brasil precisa da democracia vigente na Venezuela, um país onde ele afirmou que existe democracia até demais. Já se entendeu com o grande democrata Hugo Chavez, com Franklin Martins ( Minister für Propaganda und Zensur) e com Dilma (Schafft ihre).

Confiante na vitória da sua Cria já tem tudo pronto. Em primeiro de janeiro acontecerá o seguinte:

O Brasil passa a se chamar Brasuela em homenagem ao berço da democracia bolivariana.

A nova bandeira de Brasuela vai adotar o vermelho como homenagem aos ícones da democracia: MST, Via Campesina, PT e a própria Venezuela.

Franklin Martins ( Minister für Propaganda und Zensur) vai publicar o AI-13 que regerá a liberdade de imprensa e opinião. O AI-13 foi redigido com a supervisão do grande democrata Hugo Chavez.

Luiz Inácio (Einundfünfzig) já listou os líderes democratas que o ajudarão a escrever outros 37 Ais. São eles: Hugo Chaves, Fidel e Raul Castro, Evo Morales, Mahmoud Ahmadinejad, Rafael Correa, Muamar Khadafi , Hassan al Bashir , Manuel Zelaya, Islam Karimov, Paul Biya eTeodoro Obiang Nguema .

O mais importante dos Atos Institucionais, segundo Luiz Inácio (Einundfünfzig) , será o AI-51...mas esse ele vai cuidar pessoalmente....até o fim .

Fonte e Charge: Guto Cassiano

O Expediente do Presidente



Charge: Samuca

Ex-governador do PMDB diz que Lula "fechou as portas" para SC


foto de Luiz Henrique da Silveira

Por Fabrício Escandiuzzi


Direto de Florianópolis
O ex-governador de Santa Catarina e senador eleito pelo PMDB, Luiz Henrique da Silveira, acusou o governo federal de ter "fechado as portas" para o Estado desde o seu anúncio de apoio ao candidato do PSDB à presidência, José Serra, realizado há quase um ano.

Coordenador de campanha de Serra entre os catarinenses, Luiz Henrique disse que pedidos de financiamentos junto a órgãos federais estariam "emperrados" desde que sua posição política foi anunciada. O peemedebista nunca escondeu a "mágoa" com a oposição feita pelos petistas ao seu governo e contrariou a direção nacional do seu partido ao trabalhar em favor de tucanos e democratas.

"Desde outubro do ano passado, quando declarei o meu apoio a Serra, as portas de Brasília se fecharam para Santa Catarina", afirmou. "Existem projetos e pedidos de financiamentos em diversos ministérios e órgãos como BNDES e INSS, que totalizam R$ 2 bilhões. O valor seria usado para alavancar a economia catarinense mas continuam travados".

Silveira é considerado um "dissidente" entre os dirigentes do PMDB local, que defendem a campanha de Dilma Roussef e Michel Temer. Ao participar de ato da "caravana do agradecimento" pelos 1,8 milhão de votos recebidos na eleição para o Senado, o ex-governador atacou os petistas e disse que José Serra voltaria a abrir as portas para o governo catarinense.

"Temos certeza de que essa trava será rompida e o Estado sairá ganhando", afirmou. "E acredito também que Raimundo Colombo fará um grande governo à frente do Estado, independente de quem for o presidente eleito".

Fonte: Site Terra 23/10/10

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Professor da UFRJ explica a farsa do PAC



Professor Economista da UFRJ, Reinaldo Gonçalves fala sobre o PAC e a Desaceleração do desenvolvimento

veja na íntegra: http://www.youtube.com/watch?v=slMy1aW_pzY