
Na eleição de 2009 para o comando da Unesco, o Brasil virou as costas ao diretor-adjunto do órgão, o brasileiro Marcio Almeida, preferindo apoiar o discutido ministro da Cultura do governo Mubarak, Farouk Hosni, que já havia adotado posições anti-semitas. Lula e o então ministro Celso Amorim perderam e engoliram a búlgara Irina Bokova. Agora, o mesmo Farouk Hosni está preso, acusado de corrupção. Por outro lado, o chanceler Antonio Patriota tenta se esforçar para aprovar outra indicação da dupla, José Graziano, ex-Fome Zero, para a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação).
Fonte: Giba Um 03/03/11
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